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A festa tradicional de São João também é comemorada
na capital, no Pelourinho e formado um grande arraial com comidas típicas de
varias regiões da Bahia.
O dia 25 de novembro homenageia as baianas, figuras
que ilustram a cidade de Salvador.
Festa de São Cosme e Damião: 27 de setembro.
Fundação da Cidade de Salvador: 29 de março.
Festa de Yemanjá: Dia 02 de fevereiro.
Festa da Independência da Bahia: 02 de junho.
Dia da Baiana: 25 de novembro.
Procissão do Nosso Senhor dos Navegantes - Festa da
Boa Viagem: 01 de janeiro
Festa da Lapinha ou de Reis: Dias 05 e 06 de
janeiro.
Festa da Nossa Senhora da Conceição da Praia: 08
de dezembro.
O carnaval no Pelourinho é animado por fanfarras e
afoxés.
Luiz Caldas "pai do axé" subiu pela primeira vez num
trio elétrico, nos anos 70.
O carnaval começou com grupos de mascarados que saíam
às ruas fazendo brincadeiras.
O primeiro trio elétrico foi um Ford 1929 com
amplificadores, "o Fobica".
Pedir um colar aos filhos de Gandy, no carnaval, é
pedir um beijo.
O carnaval na Bahia é comemorado desde o século
XVIII.
As cores de Oxossi são o verde e o azul. Seu dia da
semana é a quinta-feira.
O Exú é o mensageiro entre os homens e os orixás. Seu
dia da semana é segunda-feira e a sua cor é o vermelho.
Sábado é o dia de todas as labás.
Na Bahia existe uma tradição em homenagear ao Deus
Oxalá, vestindo-se roupas brancas nas sextas-feiras.
Logun Edé é o orixá das matas, prefere a selva como
morada. É caçador. Seu dia da semana é a quinta feira. Suas cores são o azul e
o amarelo.
Iansã é o orixá dos ventos e tempestades. Seu dia da
semana é a quarta-feira. Sua cor é o vermelho.
Cada orixá tem seu correspondente na Igreja Católica,
com suas características próprias, como: Domingo é dia de todos os Orixás. Terça é dia de Santo Antônio, e o Olodum dá a sua
benção.
Somente em 1965 chegaram as primeiras pranchas de
surf em Salvador.
Capital do Estado da Bahia, Salvador foi fundada em
29 de março de 1549, tendo sido capital do Brasil até 1763.
Salvador foi fundada por Tomé de Souza, em 29 de
março de 1549. foi a capital brasileira durante 214 anos, de 1549 a 1763.
Salvador fica a 1531 km de Brasília.
A primeira expedição de reconhecimento da região de
Salvador foi em 1501.
No século XVII, Salvador foi reconstruída pelos
portugueses, em função das lutas contra os holandeses que invadiram e
destruíram a cidade. Com isso tornou-se um espécie de réplica de Lisboa.
Dica para um final de tarde em Salvador é ir ao
Pelourinho e escolher um dos vários bares e restaurantes.
As obras em azulejo de Bel Borba enfeitam Salvador.
O nome Tororó tem sua origem na palavra tupi "itororó"
que significa "o jorro", "o enxurro", "a enxurrada".
A palavra Pituba é de origem indígena, significa
"bafo, exalação, maresia".
Soteropolitano (do grego soteros, "salvador", mais
polis, "cidade"; "soterópolis").
A palavra "carnaval" vem de "carne vale", ou seja,
adeus à carne.
Rui Barbosa de Oliveira, o "grande baiano" ,
começou sua vida política como deputado.exerceu enorme influência no movimento
republicano, utilizando-se de sua capacidade de argumentação e retórica.
Jorge Amado escreveu Lenita enquanto trabalhava em "O
Jornal".
Ailton Santana construiu em Periperi um castelo com
torres, ponte elevadiça e bandeirinhas.
João Ubaldo Ribeiro e Glauber Rocha foram colegas no
escola.
Com o objetivo de impedir o desembarque de invasores,
foi erguido o forte de São Diogo.
O Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, de 1583, é
considerada a mais preciosa construção militar brasileira.
O Forte de São Marcelo inicialmente construído em
madeira foi, em 1624, reconstruído em alvenaria para enfrentar os holandeses.
A Igreja de São Francisco é uma das mais ricas e
ornamentadas.
A Igreja do Senhor do Bomfim, patrimônio e marco
turístico da Bahia.
O Palácio Rio Branco, de 1549, serviu de abrigo ao
Governador Geral do Brasil, Tomé de Sousa.
O Palácio da Aclamação conta com um acervo de
mobiliários no estilo D. José e Luís XV.
A feira de Água de Meninos, na
cidade baixa, existe desde o
século XVII.
A feira de São Joaquim conta com mais de
centenas de
barracas que vendem de tudo.
A feira de Itapuã tem mais de 200 feirantes que
vendem frutas, verduras e frutos do mar.
A Feira do Rolo já tem mais de meio século.
Na feira de artesanato do
Instituto Mauá encontram-se peças de
artistas plásticos da capital e interior.
O Museu de Arte da Bahia, o mais antigo do Estado,
foi fundado em 1918.
O Museu Geológico foi criado em 1975.
O Museu Aberlado Rodrigues no Solar do Ferrão, guarda
a mais valiosa coleção sacra particular do Brasil.
O Museu da Cidade reúne um acervo variado, indo de
bonecas, terços, esculturas a peças de uso de Castro Alves.
Dicionário de Baianês: É
uma adjuntório pra você não ficar retado nem com cara de abestalhado quando
encontrar num buzu uma renca de baianos conversando e você ali de junto, só
bispando e sem entender zorra de nada. Com o dicionário, você vai lavar a jega
e, em menos de duas horas de relógio, vai estar comendo com coentro o baianês.
Na moral!! E paroano, quando você voltar, já vai chegar dizendo: “Digaí, bahêa,
qual é a de mesmo?”. Tá rebocado!!
A primeira escola de
medicina do país, hoje, reúne três museus: o Afro-Brasileiro, o de Arqueologia
e o de Etnologia, no Centro Histórico de Salvador.
O chafariz do Terreiro de Jesus é de origem francesa
e representa a deusa Ceres.
O monumento da Praça Castro Alves foi feito em bronze
e granito pelo italiano Pasquale di Chrico.
O Centro Histórico de Salvador começou a ser
revitalizado a partir de 1992.
No Dique do Tororó é encenada, em palcos flutuantes,
a Paixão de Cristo.
As esculturas de metal do dique são de Tati Moreno.
A Velha Sé da cidade, de 1553, era um dos mais
suntuosos templos das Américas na época.
A rua JJ. Seabra é palco do comércio de aves
exóticas, vindas dos quatro cantos do planeta.
O Parque das Esculturas é um museu a céu aberto, sob
arcos da avenida do Contorno.
A Praia dos Artistas é um reduto de boêmios, músicos,
poetas e intelectuais.
Com cenário natural e histórico, a Ponta de Humaitá é
um dos pontos da cidade baixa.
O Elevador Lacerda foi inaugurado em 1873, por
Antônio Francisco Lacerda.
Os azulejos expostos no edifício da reitoria da UFBA
foram retirados do Solar do Bom Gosto, possuem temas variados inspirados nos
séculos XVIII e XIX.
A Câmara dos Vereadores é de meados do século XVII,
também funcionou como cadeia e prefeitura.
O Instituto Geográfico da Bahia foi inaugurado para
comemorar o centenário da independência baiana.
Um delicioso prazer é ir ao bairro da Ribeira e
deliciar-se com os sorvetes.
A Praça da Liberdade, consolidada em meados do século
XVII, foi palco de importantes momentos da história.
O vatapá é feito com azeite de dendê, coco seco,
camarão fresco, amendoim torrado, miolo de pão, castanha de caju torrada e
temperos.
O acarajé é preparado com feijão fradinho, cebola,
sal, camarão seco moído e dendê.
A diferença entre acarajé e abará é que o primeiro é
frito e o outro cozido.
Cravinho é Uma infusão de cachaça com cravo, mel e
limão.
A saia rodada, a blusa rendada, o pano da costa, o
turbante, a sandália fechada na frente e aberta atrás tradicional e usadas
pelas baianas de acarajé são de origem africana e já transformaram em sua
marca registrada.
Rumo ao sul, os pratos típicos desaparecem, dando
lugar a comida sertaneja.
Os bolinhos D'Cubana, no Elevador Lacerda, são os
mesmos a 68 anos.
Em 1893, os doentes eram transportados por bondes com
tração animal.
O esoterismo da comida baiana foi herdado dos
africanos que incrementaram com temperos os pratos indígenas e portugueses.
Enquanto no tempo do fricote e deboche a coreografia
era espontânea, hoje são encomendadas nas academias.
A capoeira tornou-se um esporte competitivo em 1972,
porém, nos anos de 1937 tinha sido proibida com decreto de Lei.
O estado da Bahia é responsável por 95% da produção
de cacau no Brasil.
"Na Bahia, a cultura popular entra pelos olhos, pelos
ouvidos, pela boca, penetra nos sentidos adentro". - Jorge Amado
O samba é uma dança de origem africana, com
movimentos de mãos e do Maxixe.
As Fitinhas do
Senhor do Bonfim, como são conhecidas hoje e tão difundidas, são chamadas de
“medidas” porque tradicionalmente tinham a medida do comprimento do braço
direito da imagem do Senhor do Bonfim. Juntamente com as “medidas” eram
impressos santinhos (registros como eram chamados as litografias à tinta
dourada). O “axé” que a Lavagem do Bonfim difundiu envolvendo o templo e a
própria imagem, predomina no sentido religioso da fitinha, que passou a ser
vista como elo entre o portador e o Orixá maior “Oxalá”. O devoto do Senhor do
Bonfim, escolhe sua fitinha de acordo com o Orixá a que pertence, ou com o
Orixá do dia da visita. A tradição oral preservada pela superstição
incorpora-se à fitinha, que deixou de ser um simples marco da festa para
adquirir o papel de simulacro de energia espiritual, amarrada no pulso, como
uma pulseira atada por três nós, cada um ao ser dado recebe um pedido secreto,
por isso, a fitinha deve permanecer atada ao pulso, até cair por si, sinal de
que os pedidos serão realizados.
O significado das frutas: UVA = Símbolo da
Fertilidade, LARANJA = Fé, ROMÃ = Esperança, PINHA = Caridade, FIGA = Fortuna;
Símbolo da Força, da Fé, COCO = Amizade, PITANGA = Abundância, CAJU = Amor,
CACAU = Bondade, ABACAXI = Fraternidade, MILHO = Felicidade, CABAÇA =
Fidelidade.
Os Orixás e os Santos correspondentes: IEMANJÁ =
N.S. da Conceição, IANSÃ = Santa Bárbara, OXUM = N.S. das CandeiasOXALÁ =
Senhor do Bomfim, IBEJI = Cosme e Damião, OGUM = Santo Antônio, XANGÔ = São
Gerônimo, OXOSSI = São Jorge, OMOLÚ = São Roque, OBALUAÊ = São Lázaro.
Guia: É um colar feito de contas com as cores
dos Orixás, usados pelos adeptos do Candomblé e da Umbanda, como proteção e
ponto de fixação de forças. A guia multicolorida representa os Orixás de todas
as nações.
A figa representa o ato sexual, simbolizando a
fertilidade. É um amuleto contra o azar, o mau olhado e a inveja. A figa deve
estar sempre na bolsa ou na carteira.
Patuá É um amuleto constituído por um pequeno
saco de tecido ou plástico com a cor e o nome de um Orixá, e que tem em seu
interior uma reza forte e curadora para seu portador. O patuá não deve ser
aberto.
Pó de Pemba deve ser esfregado
em cruz na testa e nas costas para se conseguir o objetivo desejado. Existe pó
para pegar homem, pegar mulher, amor eterno, chama emprego e outros.
Quando da visita da rainha Elizabeth II da Inglaterra, em 1968, sua
majestade foi presenteada com uma penca de balangandãs. A réplica do artefato
passou a ser procurada por todos os visitantes que queriam um igual ao da
Rainha. Hoje ainda é uma das lembranças mais compradas nas lojas do Mercado
Modelo.
Durante a passagem da família real Inglesa, o Príncipe Philip bebeu um copo
duplo de cachaça Suspiro de Virgem em um gole só, como todo bom baiano, sob os
aplausos do público.
Convivendo na mais perfeita harmonia, os dois restaurantes no andar
superior - Camafeu de Oxossi e Maria de São Pedro - ocupam o mesmo espaço.
O subsolo do Mercado Modelo possui túneis sustentados por arcadas,
redescobertos na última reforma, que foram construídos para ser uma cava para
armazenar vinhos e outras mercadorias que necessitavam de umidade.
Diz a lenda que era no subsolo que ficavam os escravos vindo da África.
São correntes, principalmente entre os vigias que ali trabalham à noite os
relatos sobrenaturais de ruídos de correntes dos escravos que, ali teriam
ficado amarrados.
Grande freqüentador e admirador do Mercado, Jorge Amado diz que ali teve
inspiração para criar pelo menos um de seus trabalhos - A morte e a morte de
Quincas Berro D"água.
O Mercado Modelo ficava inicialmente entre a
Casa da Alfândega (prédio atual), e a Escola de Aprendizes de Marinheiro.
Somente em 1971, houve a mudança definitiva para a Casa da Alfândega,
imponente prédio federal tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional.
Foi a partir dessa mudança, com a pressão da Ceasa e supermercados que o
Mercado alteraria de vez a sua vocação como local de comercialização de
gêneros alimentícios, para se transformar no maior centro de venda de
artesanato e produtos típicos da Bahia, com administração da prefeitura. O som
dos mercadores de frutas e de peixes cedeu lugar ao tom característico dos
berimbaus, uma das marcas registradas dos corredores desse templo de nossa
herança cultural com profundas raízes negras, indígenas e portuguesas.
Depois da reforma, o Mercado Modelo voltou a funcionar ainda com mais
imponência. Nas instalações que apresentam uma planta quadrada com uma
construção circular ao fundo - antes servia para atracamento dos navios de
mercadorias -, estão espalhados 262 boxes, em dois andares. Em conjunto com as
barraquinhas que ficam no pátio externo, formam o maior centro de artesanato
de Salvador e um dos maiores do país.
A história do Mercado Modelo também é marcada
por tragédias provocadas por grandes incêndios, o último deles ocorrido em
janeiro de 1984, destruindo o prédio atual, que foi totalmente restaurado,
respeitando-se o plano arquitetônico original. Foram introduzidas algumas
modificações, como concreto pré-moldado, cobertura de telhas coloniais e novos
equipamentos de prevenção de incêndio. Há poucos anos, no subsolo do Mercado,
foram descobertos túneis sustentados arcadas, antes utilizados como refúgio
contra os invasores estrangeiros. O local fica abaixo do nível do mar e, por
isso, está constantemente alagado. O Mercado Modelo é parada obrigatória para
quem visita a capital baiana, sendo um dos cinco pontos turísticos mais
visitados de Salvador e mesmo aqueles que nunca estiveram na Bahia o conhecem
pelo menos de nome. Funciona de Segunda à sábado das 9 às 19h e domingos e
feriados das 9 às 14h.
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